sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Diálogos de uma quarta-feira de cinzas

B: Nooossa, esse pirulito é horrível.
T: Morde. Morde que melhora.
[...]
B: Ai, mordi e continua pééééssimo.
***
T: Porque eu bebi tanto que só lembro de flashes.
B: Noooossa, eu nunca bebi a ponto de não lembrar das coisas.
T: É que tem que ser porre de vodka pra não lembrar das coisas.
B: Mas é lógico!!! E quem você acha que eu sou pra me embebedar de outra coisa. Se é pra beber que seja de vodka. Mas, você sabe, eu não sou de ficar bêbada. A maior das vezes foi no Juca por causa da jurupinga.
T: Mas é, aí foi de jurupinga...
B: Então vai vodka.
T: Desde quando???????
B: Ah, sei lá... eu acho que tem vodka na jurupinga.
T: Alou... juruPINGA. É de pinga, porra.
B: UAHUAHAUAHAUHAUAHUAHAHAHAHUA. Nossa, disfarça!
***
T: Então tá bom, manda lá o M falar com o Y.
B: Ai, eu não sei se o M vai querer colaborar. E é bem capaz que ele tenha uma atuação canastrona. Estilo elenco de Malhação.
T: Tudo bem, faz assim. Ensaia com ele primeiro e, claro, mande ele levar um desses gravadorzinhos de jornalista. Assim a gente pode analisar as falas e as reações do Y. Se ele não estiver de gravador, você não desgruda dele, ok?!

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Grafia correta

Uma coisa que inquieta meus olhos é ver o nome das pessoas esrito de maneira errada. Eu odiava quando escreviam meu nome "Beatriz B. de Sales". Sim, a pessoa além de querer economizar o possível erro para o Bourroul (que eu já li de todas formas que você puder imaginar, como "Bulrul", "Burrul", "Borroul", "Bourrol", "Bourrou", "Bouroul", "Boroul, etc), teve a capacidade de fazer ignorar a informação proferida "Salles com LL".

Ok, deixando meu nome de lado existem alguns outros casos que me incomodam: quando escrevem "Bárbara" pra Barbara Garcia (sim, a regra de que todas as proparoxítonas devem ser acentuadas vão contra ela, mas depois de ela te falar que o nome não leva acento, por que insistir?). Mas não pensem que as pessoas sabem a regra gramatical, visto que a minha prima é Bárbara com acento e, vira-e-mexe, ele é ignorado.

Marcios Orsolini e Palumbo também não têm acento (e foda-se a regra dos ditongos crescente), mas sempre alguém insiste em tacar um agudo em cima do A.

Quando os nomes são de famosos, a coisa complica. Como os jornalistas de entetenimento e de fofoca podem ser tão desatentos?! Acho fundamental prestar atenção!
Grazielli Massafera, Deborah Secco, Débora Falabella, Maytê Piragibe, Fernanda Vasconcellos, Marcello Antony, Scheila Carvalho, Sheila Mello e assim por diante...

D-A-N-I-E-L-L-E W-I-N-I-T-S, por sua vez, é o campeão de incidência de erros!

[só perderia pra Franciely Freduzeski (que agora cogitou virar Fran Fredu, ou algo assim), mas como a Dani é muito mais recorrente na mídia...]

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Turtle?! Nha... magina

17h40. Toca o meu celular. O número é confidencial. Ou seja, algum amigo trabalhando resolve lembrar que eu existo (hoje, aliás, mor galera resolveu lembrar que eu existo...hahaha)

“Bia?”
“Oi, quem tá falando?”
“Camila”
“Hmmm... Camila???”
“A Camilacaaaaaa!”
“Oiiiii, Camilaaaaaaaaaca”
“O trote da Cásper foi ontem?”
“Foi, né turtle? Te mandei torpedo com uma semana de antecedência...Você nem pra aparecer...”
“É, ainda da tempo de ir???”
“turtleeeee... lógico que dá. Pro segundo dia de trote, é claro! Você vai lá?”
“Vou, vou sim. Ver vocês”
“Nossa, vai sim. Porque ontem quase voou pena”
“Ahn? Pena de quem?”
“Bom eu não tenho pena de ninguém, mas que quase as penas daquela voaram... ah, quase, viu??”
“Pena de quem??”
[...]

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Retratos de uma São Paulo

Sexta-feira passada, dia 02, teve bar pré-trote. Uma tentativa do Maneco tentar organizar quem trará o que para dar os boas-vindas à bixarada.
Chegamos às 20h, mas já passava das 22h quando o Marcio chamou minha atenção, perguntando se eu tinha R$1 para dar pra um menininho que vendia chicletes. Ele era lindo, loirinho e chorava porque precisava vender mais.
Eu (e para quem me conhece sabe o quanto odeio chicletes) acabei comprando sem hesitar. Era realmente linda a criança. Merecia estar numa casa e ter carinho.
Acabei ficando com peso na consciência por ter comprado. Devia ter dado o dinheiro, sem pegar o chiclete. Devia ter dado um comprado um misto quente pra criança comer. E se a tal da criança começa a ter a malícia de que chorando, vende mais. E aí, em vez de lágrimas sinceras começa a forçar o choro?
**
Hoje, sexta-feira, dia 09, estou eu num ponto de ônibus às 10h da matina. Uma senhorinha começa a varrer o chão, cheio de bitucas de cigarro. Fiquei prestando atenção. Não enxergava o propósito ao ver a cena.. Não era a calçada em frente à casa dela. É uma rua comercial. Não demorou cinco minutos e lá estava uma mesa armada, com uma geladeira de isopor.
A senhora vendia caixinhas com quatro brigadeiros ou com quatro beijinhos, ou ainda, com dois brigadeiros e dois beijinhos (a que eu escolhi!).
Comprei, experimentei e achei divinos! Não fiquei com o mesmo peso na consciência que os chicletes do menininho, mas fiquei tristonha. Bonitinha, com cabelos brancos, já sem tanta vitalidade... mas lá... pegando no batente, tentando completar a renda familiar.

Esfiha!

As três unidades do Etapa, a Notilog e a Executivos. Sempre trabalhei perto de lugares que tem esfiharias por perto.
Uma opção que mata facilmente a fome e não traz grandes custos ao orçamento. Não é formidável?!
Pois então, nos meus dois atuais empregos não tenho nenhum Habib´s, nem nenhuma outra esfiharia. Não só pelo preço barato, mas é uma refeição que me agrada bastante.