8h10- Táxi rumo a São Bernardo do Campo. Lá vai a Bea pra mais um evento.
"Pra vencer a concorrência, eu faço a diferença", disse o motorista ao colocar um DVD cheio de clássicos pra eu assistir. Tudo o que eu queria era avançar na leitura de "Ricardo II", de Shakespeare... mas , independente da trilha sonora, a história não consegue me prender o suficiente para que eu não me distraia facilmente.
8h40- Saguão doTeatro Cacilda Becker. Na recepeção, um coffe regular com - aí, sim - um diferencial: carolinas de maracujá!
Sabe aquela guloseima de padaria tradicionalemtnte recheada com doce de leite? Pois então, meu bem... São Bernardo rompeu com as tradições e colocou no lugar do dulcíssimo doce de leite um creme azedinho de maracujá. Aprovei, claro!
9h- Já dentro do teatro e abundada num dos assentos, noto que o evento vai demorar porque falta muiiiiiiiiiita gente pra completar os 500 lugares disponíveis. Pra distrair aqueles que, assim como eu, foram pontuais, colocaram músicas. Não demorou para que eu reconhecesse: era a trila internacional de "Belíssima", aquele CD que traz a Cláudia Raia na capa.
Música vai, música vem... começo a querer os beijos das cenas de novelas para os corriqueiros dias da minha vida.
Ah, esse clima frio me deixa pateticamente enamoradinha.
Mas, quer saber, acho que não tô pedindo muito. Cláudia Raia tinha Reynaldo Giannechini pra conracenar. Vocês sabem, que estou quereeeeeendo algo bem distante do ex da Marília Gabriela, né...
quarta-feira, 30 de maio de 2007
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Fora de contexto
“Ela já começou a criar uns galhos porque ela é trepadeira, né?!”
Roseli L., falando sobre uma plantinha que ganhou.
Roseli L., falando sobre uma plantinha que ganhou.
Inhozinho
Joguinho. Tipinho. Charminho. Tenho horror a isso.
Definitivamente, sou avessa à criação de personagens para tentar fazer alguém prestar atenção na minha existência.
Falta paciência. Não fiz anos de teatro, pra usar as técnicas nesse tipo de situação.
*
Por essas e outras, será que ele não saca aquilo que é tão óbvio?!
*
Acabei resolvendo apelar pra a técnica da voz melosinha. Não, não com o meu foco da vez. Depois de uma tentativa frustrada de abrir o jogo, cheguei no trabalho e logo me impacientei com a lerdeza do micro. Desde que tinha mudado de lugar/de computador, passei a padecer.
Lerdeza diminui a minha produtividade.
Liguei pro departamento de tecnologia da redação, fiz vozinha, expliquei os problemas, fiz denguinho e pronto: o cara me arranjou um micro novo. Ágil! Adoro!!!
*
Só um detalhe: O micro novo não satisfaz as minhas necessidades amorosas, no máximo, as profissionais. O cara da tecnologia não faz meu tipo.
*
Por que homem é um bicho tão lerdo???
Será que meu coração tem ramais?? Se tiver, quero logo descobrir o da tecnologia cardíaca e solicitar a troca do galã da temporada. Porque acho a audiência da novela não anda boa devido à má seleção do protagonista.
Definitivamente, sou avessa à criação de personagens para tentar fazer alguém prestar atenção na minha existência.
Falta paciência. Não fiz anos de teatro, pra usar as técnicas nesse tipo de situação.
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Por essas e outras, será que ele não saca aquilo que é tão óbvio?!
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Acabei resolvendo apelar pra a técnica da voz melosinha. Não, não com o meu foco da vez. Depois de uma tentativa frustrada de abrir o jogo, cheguei no trabalho e logo me impacientei com a lerdeza do micro. Desde que tinha mudado de lugar/de computador, passei a padecer.
Lerdeza diminui a minha produtividade.
Liguei pro departamento de tecnologia da redação, fiz vozinha, expliquei os problemas, fiz denguinho e pronto: o cara me arranjou um micro novo. Ágil! Adoro!!!
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Só um detalhe: O micro novo não satisfaz as minhas necessidades amorosas, no máximo, as profissionais. O cara da tecnologia não faz meu tipo.
*
Por que homem é um bicho tão lerdo???
Será que meu coração tem ramais?? Se tiver, quero logo descobrir o da tecnologia cardíaca e solicitar a troca do galã da temporada. Porque acho a audiência da novela não anda boa devido à má seleção do protagonista.
segunda-feira, 7 de maio de 2007
Diretamente da Virada Cultural
Thais- O problema não é ele, é ela que é lerda. Me dá uma agoniiiia.
Larissa - Mas ele é assexuado. Uma esponjinha.
Bia - Não. Quando eu olho pra ele dá pra pensar "sexo".
Thais - Lógico, né Bea. O assexuado é ele, não você.
Larissa - Mas ele é assexuado. Uma esponjinha.
Bia - Não. Quando eu olho pra ele dá pra pensar "sexo".
Thais - Lógico, né Bea. O assexuado é ele, não você.
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