"Como é que a gente pode ser tão cego para ver o que está na nossa frente? Alguém disse que é preciso ser um monge para enxergar o óbvio. Não sou um monge, mas tenho meus lampejos de sabedoria e percebo que o óbvio",
trecho de O resto é papo furado , de Antônio Prata.
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