Muita gente falando nisso. Me sinto na obrigação de dizer que, apesar de ter ganho o segundo CD do grupo em um amigo secreto de fim de ano, eu não fui fã.
Era 1997, elas estavam estourando nas paradas de sucesso, foram a música tema da apresentação do meu grupo de ginástica olímpica (sim, eu praticava! Um verdadeiro mico que abandonei quando comecei a minha estatura ficou elevada demais para o esporte. Ufa!!!).
Das Spice, ainda tive um CD. Dos BackStreet Boys, queria distância. N’Sync, Five... ai, tudo isso era muito adulto pra mim e meus 11, 12 anos.
Curtia Chiquititas e seus mexe, mexe, mexe com as mãos!
Os resultados disso:
1) Não fui uma pré-adolescente insuportável, daquelas que acham que podem fazer tudo só porque deixou de ser menininha.
2) Se eu tivesse aproveitado a fase Spice Girls, talvez teria aposentado a menininha (e vivam as chiquititas, não importa a sua idade) e incorporado o conceito de girl power (aquele que, entre outras coisas, afirma que meninas podem tomar a atitude, sim!)
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De 1997 pra 2007, muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiita coisa mudou. Mas eu continuo sem ter coragem pra tomar atitude (e com muito menos coragem pra me desfazer dos CDs das Chiquititas... hahahahahaha)
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3 comentários:
Oba, o blog da Bia voltou!
Você deve ter sido uma pré-adolescente das mais fofas. Daquelas que se envergonham quando o menino chega pra te dar oi. Até melhor não ter que tomar atitude com esses bananas de hoje em dia!
Eba, você voltou! Adoroooo!!! Vários bafons da pauta do Massa pra te contar... Bjos!
Bia, olá's. É minha primeira visita por aqui, então, sirva-me um chá, haha.
Reza a lenda que a Victoria vai se candidatar à presidência, e seu marido, o David, vai se encarregar de angariar os votos. Se eleita, cada spice girl vai herdar um ministério. Isso que é Girl Power, hein?
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