A faculdade de jornalismo logo de cara me apresentou ao Carlos Costa, vulgo CC. E tão logo fez com que eu passasse a conviver ntensamente com os vícios dos meus amigos. Por sorte, estou longe de me viciar no famoso CCC: café, cerveja e cigarro.
Não suporto nenhum dos três. Eu cheguei a ser intimada a tomar café durante uma entrevista com o Berrielzinho Sarado em julho de 2005, que veio a ser meu chefe por longos 14 meses. Só bebi dois golinhos, por educação àquele homem que parecia ser gente boa.
Cigarro e cerveja eu nunca experimentei. E olha que eu participo de trotes, Jucas e afins. Tenho verdadeiro horror ao cheiro e à espuma da bebida. Acho verdadeiramente nojenta.
Pode até parecer discurso da campanha “sou careta, drogas bah”, mas cigarro é ainda pior. Primeiro porque fede e todos os não-fumantes, que são obrigados a conviver com a névoa de nicotina - seja na redação da EF, seja no corredor da Cásper (sim, queridos, foi proibido fumar no 5o. andar, mas acreditar que estudantes, que adoram fazer discursos inflamados e rapidamente protestariam que tal pedido é uma medida censora, respeitariam a regra é tão ridículo quanto acreditar em Papai Noel após os 20 e poucos anos) -, e mais: ficar com a roupa e o cabelo impregnados com aquele cheiro insuportável.
Segundo pelos motivos que todos sabem: faz mal à saúde, causa isso e aquilo.
Eu odeio cigarro, mas uma coisa eu digo: quer ser fumante, que seja. Fume, fume sempre que quiser. Não só socialmente, não só na rodinha da turma da faculdade, não só pra pagar de descolado, não só pra querer se enturmar, não só pra tentar acreditar ser uma coisa que não é. Foda o seu pulmão.
Mas o motivo deste post não é militar contra isso, nem fqazer apologia da vida sem drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas. O motivo é parabenizar e agradecer (ainda que eu saiba que ela não vai ler isso aqui) minha ex-chefe, ex-sub, mas ainda amiga Carol. Uma fofa!
E, assim como eu, não é nada fã do CCC!
quarta-feira, 28 de março de 2007
quinta-feira, 22 de março de 2007
Separô
(Fernando Anitelli)
Separô toda minha correria
separô o joio do trigo e da padaria
separô diante de mim quando minha tristeza era parte do dia
separô Dona Beleza de Dona Maria
Separô o que não restava do que já não tinha
separô diante minha palavra e se fez poesia
separô pra ouvir meu protesto, meu gesto que incerto, talvez não faria
separô o silêncio da dor me trazendo alegria
Separô pra pensar no que a gente faria
se não houvesse a poesia
se não restasse farinha pro nosso pão!
Iria só até o fim
daria tudo e mais um pouco de mim
separa um tanto que o outro eu te dou
separa a chuva pra continuar flor!
Separô toda minha correria
separô o joio do trigo e da padaria
separô diante de mim quando minha tristeza era parte do dia
separô Dona Beleza de Dona Maria
Separô o que não restava do que já não tinha
separô diante minha palavra e se fez poesia
separô pra ouvir meu protesto, meu gesto que incerto, talvez não faria
separô o silêncio da dor me trazendo alegria
Separô pra pensar no que a gente faria
se não houvesse a poesia
se não restasse farinha pro nosso pão!
Iria só até o fim
daria tudo e mais um pouco de mim
separa um tanto que o outro eu te dou
separa a chuva pra continuar flor!
terça-feira, 13 de março de 2007
Por tietismo
“Eu não acredito que vou ter que ficar policiando o ‘atual’ da minha ‘ex’. Detalhe: a pedido dela! Cada vez mais eu me surpreendo com seus ataques inusitados”.
Dele, quando o ex vira best friend.
Dele, quando o ex vira best friend.
quinta-feira, 8 de março de 2007
Essência de melancia
Quando eu estava na 1a. série do primário uma amiga minha passou mal de tanto consumir Babaloo melancia. Eu acabei pegando aflição de chiclete.
Eles fazem mal ao estômago. Ao ativar os movimentos peristálticos, você engana o órgão que pensa que vai receber alimento e n-a-d-a
O fato é que pior que o chiclete lançado em 1993, é a essência de melancia que virou moda. Seja em novos produtos mastigáveis, seja em cosméticos.
Outro dia comprei uma borracha mor bonitinha. Tirei da embalagem e coloquei no estojo. No dia seguinte, abro o estojo e ele está fedendo a essência de melancia. Bleh. A borracha é a responsável pela emissão do odor.
Cruzes!
Mas se alguém quiser me convidar pra beber uma melancia atômica, ah meu bem, será um convite aceito na hora.
Eles fazem mal ao estômago. Ao ativar os movimentos peristálticos, você engana o órgão que pensa que vai receber alimento e n-a-d-a
O fato é que pior que o chiclete lançado em 1993, é a essência de melancia que virou moda. Seja em novos produtos mastigáveis, seja em cosméticos.
Outro dia comprei uma borracha mor bonitinha. Tirei da embalagem e coloquei no estojo. No dia seguinte, abro o estojo e ele está fedendo a essência de melancia. Bleh. A borracha é a responsável pela emissão do odor.
Cruzes!
Mas se alguém quiser me convidar pra beber uma melancia atômica, ah meu bem, será um convite aceito na hora.
Da série: eles
Alguma ameaça cruel devia ser feita a todos aqueles homens, seja menininhos, moleques, glaucos, focos, amigos e afins que cometem a ousadia de não responder e-mails.
Não digo isso em relação a e-mails encaminhados, bobos, bestinhas...
Há e-mails e e-mails, todos sabem.
Ou seja, há os que precisam de respostas e os que podem ser solenemente ignorados.
As pessoas com quem eu me dou ao luxo de conversar por e-mail têm o mínimo de importância na minha vida, logo não são bestas. Pelo contrário. Dessa forma, têm a capacidade de saber diferenciar os e-mails que clamam por respostas.
Justamente por não serem bestas, por preferirem fazer a política de boa vizinhança, por não quererem se envolver em polêmica, por achar que calar é melhor que escrever e deixar registrado qualquer palavra que futuramente pode ser comprometedora, a pessoa te ignora.
Mesmo que a resposta fosse um simples “não quero falar sobre isso, ok?!”. É covarde, é chulo, mas é digno de compreensão.
Se preferir, não responda por e-mail: ligue, mande telegrama, converse pessoalmente... mas, por favor, responda de alguma forma.
Acho que a mulherada concorda comigo. Não é mesmo, Talita?!
Não digo isso em relação a e-mails encaminhados, bobos, bestinhas...
Há e-mails e e-mails, todos sabem.
Ou seja, há os que precisam de respostas e os que podem ser solenemente ignorados.
As pessoas com quem eu me dou ao luxo de conversar por e-mail têm o mínimo de importância na minha vida, logo não são bestas. Pelo contrário. Dessa forma, têm a capacidade de saber diferenciar os e-mails que clamam por respostas.
Justamente por não serem bestas, por preferirem fazer a política de boa vizinhança, por não quererem se envolver em polêmica, por achar que calar é melhor que escrever e deixar registrado qualquer palavra que futuramente pode ser comprometedora, a pessoa te ignora.
Mesmo que a resposta fosse um simples “não quero falar sobre isso, ok?!”. É covarde, é chulo, mas é digno de compreensão.
Se preferir, não responda por e-mail: ligue, mande telegrama, converse pessoalmente... mas, por favor, responda de alguma forma.
Acho que a mulherada concorda comigo. Não é mesmo, Talita?!
segunda-feira, 5 de março de 2007
Com que roupa eu vou ao samba que você me convidou!?
Após o término de um relacionamento, tento me distrair conversando futilidades no meio da aula de técnica de redação:
B: Ai, Vance... amanhã tenho casamento do meu chefe às 16h30. Tenho três vestidos pretos e um azul. Ai, quero ir com o azul mas disseram que é muito chique.
V: Ai, eu tenho um rosa. Será que te serve?
B: Sei lá, mas não vai dar tempo porque o casamento é amanhã PORRA.
V: Ai, é...
B: Lá vou eu ter que comprar mais um vestido.
V: É, eu tenho três pretos e esse rosa.
B: Odeio comprar vestidos. Eles ficam encalhados no meu armário, assim como a minha vida amorosa.
V: uahuahauahauahauahauahauahuahauaha
[Ninguém me respeita mais]
{Sim, o título tem significados implícitos}
B: Ai, Vance... amanhã tenho casamento do meu chefe às 16h30. Tenho três vestidos pretos e um azul. Ai, quero ir com o azul mas disseram que é muito chique.
V: Ai, eu tenho um rosa. Será que te serve?
B: Sei lá, mas não vai dar tempo porque o casamento é amanhã PORRA.
V: Ai, é...
B: Lá vou eu ter que comprar mais um vestido.
V: É, eu tenho três pretos e esse rosa.
B: Odeio comprar vestidos. Eles ficam encalhados no meu armário, assim como a minha vida amorosa.
V: uahuahauahauahauahauahauahuahauaha
[Ninguém me respeita mais]
{Sim, o título tem significados implícitos}
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